Andre R. G. Sanchez
A covardia não compra vida eterna.
Andre R. G. Sanchez

A Luta Contra o Socialismo


Não vou usar itálicos porque, sinceramente, odeio essas letras inclinadas. Ao invés disso, está marcado o começo e fim do texto citado, tirado de "A Lei", escrito por Bastiat:

(...)

Duas espécies de perversão 

O Sr. de Montalembert (político e escritor), ao adotar o pensamento contido na famosa proclamação do Sr. Carlièr, dizia: "É preciso combater o socialismo." E por socialismo acredita-se que, segundo a definição do Sr. Charles Dupin, ele queria dizer espoliação.

Mas de que espoliação estava ele falando? Pois há dois tipos de espoliação: a legal e a ilegal.

Não creio que a espoliação ilegal, tal como o roubo e a fraude, que o Código Penal define, prevê e pune, 
possa ser chamada de socialismo. Não é ela que ameaça sistematicamente a sociedade em suas bases. Aliás, a guerra a este tipo de espoliação não esperou o sinal verde do Sr. de Montalembert ou do Sr. Carlier. Ela já havia começado desde o início do mundo. Muitotempo antes da Revolução de Fevereiro de 1848, antes mesmo do aparecimento do socialismo, a França já possuía polícia, juizes, guardas, prisões, cadeias e forcas. E a própria lei que conduz esta guerra e seria desejável, penso eu, que a lei sempre tivesse esta atitude com relação àespoliação.


A lei defende a espoliação 

Mas não é isso o que acontece. Às vezes a lei defende a espoliação; outras vezes, a leva a cabo por suas próprias mãos, no intuito de poupar o beneficiário da vergonha, do perigo e do escrúpulo. Às vezes ela usa todo o aparato da magistratura, da polícia, guardas e prisão em (23) prol do espoliador, tratando como criminoso o espoliado que se defende. Em uma única palavra: existe a espoliação legal e é dela que, sem dúvida, fala o Sr. de Montalembert.

Essa espoliação legal pode ser apenas uma mancha isolada no seio das medidas legislativas de um povo. Se assim for, é melhor apagá-la o mais rápido possível, sem maiores discursos ou denúncias, a despeito da grita dos interessados. 


Como identificar a espoliação legal 

Mas como identificar a espoliação legal? Muito simples. Basta verificar se a lei tira de algumas pessoas aquilo que lhes pertence e dá a outras o que não lhes pertence. E preciso ver sea lei beneficia um cidadão em detrimento dos demais, fazendo o que aquele cidadão não faria sem cometer crime. Deve-se, então, revogar esta lei o mais depressa possível, visto não ser ela somente uma iniqüidade, mas fonte fecunda de iniqüidade, pois provoca represálias. Se essa lei — que deve ser um caso isolado — não for revogada imediatamente, ela se difundirá, multiplicará e se tornará sistemática.

Sem dúvida, aquele que se beneficia com essa lei gritará alto e forte. Invocará os direitos adquiridos. Dirá que o Estado deve proteger e encorajar sua indústria particular e alegará que é importante que o Estado o enriqueça, porque, sendo rico, gastará mais e poderá pagar maiores salários ao trabalhador pobre.

Não se ouça este sofista. A aceitação desses argumentos trará a espoliação legal para dentro de todo o sistema. De fato, isto sempre ocorreu. A ilusão dos dias de hoje é tentar enriquecer todas as classes, à custa umas das outras. Isto significa generalizar a espoliação sob opretexto de organizá-la. (24)


A espoliação legal tem muitos nomes 

Agora, a espoliação legal pode ser cometida de infinitas maneiras. Possui-se um número infinito de planos para organizá-la: tarifas, protecionismos, benefícios, subvenções, incentivos, imposto progressivo, instrução gratuita, garantia de empregos, de lucros, de salário mínimo, deprevidência social, de instrumentos de trabalho, gratuidade de crédito, etc. E é o conjunto detodos esses planos, no que eles têm de comum com a espoliação legal, que toma o nome de socialismo.

Ora, o socialismo assim definido forma um corpo de doutrina. Então, que ataque lhe pode ser feito senão através de outra guerra de doutrina? Se você achar a doutrina socialista falsa,absurda e abominável, então refute-a. E quanto mais falsa, mais absurda e mais abominável for, mais fácil será refutá-la. Sobretudo, se você quiser ser forte, comece por expurgar toda e qualquer partícula de socialismo que possa existir na sua legislação. E a tarefa não será pequena. 


Socialismo é espoliação legal 

O Sr. de Montalembert foi acusado de querer combater o socialismo pelo uso da forçabruta. Deve-se, porém, livrá-lo desta acusação. O que ele disse, portanto, foi o seguinte: "Aguerra a se empreender contra o socialismo deve ser compatível com a lei, a honra e a justiça."

Mas por que o Sr. de Montalembert não observou que ele se colocara num círculo vicioso? Queria usar a lei para combater o socialismo? Mas como, se o próprio socialismo invoca a lei?Os socialistas desejam praticar a espoliação legal e não a ilegal. Os socialistas, como outrosadeptos do monopólio, desejam fazer da lei seu próprio (25) instrumento. E uma vez que a lei está do lado do socialismo, como poderá ser usada contra ele? Se a espoliação está acobertada pela lei, não pode ter contra ela os tribunais, os guardas, as prisões. Ao contrário, deve é chamá-los para lhe prestar apoio.

Para impedir tais coisas, talvez se quisesse excluir os socialistas da elaboração das leis.Será que se poderia 
impedi-los de entrar na Assembléia Legislativa? Não se teria sucesso, prevejo, enquanto a espoliação legal continuar a ser o principal assunto de nossa legislação. É ilógico, na verdade até absurdo, pensar de outra maneira. 


A escolha diante de nós 

A questão da espoliação legal deve ser esvaziada de qualquer maneira. Para tanto só vejo três soluções:

1. Poucos espoliarão muitos. 
2. Todos espoliarão todos. 
3. Ninguém espoliará ninguém. 

Devemos fazer nossa escolha: espoliação parcial, universal ou nula. A lei só pode lutar por um desses três resultados.

Espoliação parcial: é o sistema que prevaleceu enquanto o eleitorado era parcial e ao qual estamos retornando para evitar a invasão do socialismo.

Espoliação universal: é o sistema que nos ameaçou quando o sufrágio se tornou universal. As massas conceberam a idéia de legislar a partir do mesmo princípio utilizado pelos legisladores que as precederam, quando o sufrágio era limitado. (26)

Espoliação nula: é o princípio da justiça, da paz, da ordem, da estabilidade, da harmonia, do bom senso. E até o último dos meus dias eu proclamarei com todas as minhas forças (que já estão débeis, por causa de meus pulmões) a existência desse princípio.

(...)


Não sei por que Bastiat deixou de listar a quarta opção: "muitos espoliarão poucos". Talvez ele sentisse que isso serviria mais como uma tentação para a grande massa da humanidade, do que uma censura moral.



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O Sufrágio e a Lei


Não vou usar itálicos porque, sinceramente, odeio essas letras inclinadas. Ao invés disso, está marcado o começo e fim do texto citado, tirado de "A Lei", escrito por Bastiat:


(...)

Um outro efeito desta deplorável perversão da lei é o de dar às paixões e às lutas políticas, e, em geral, à política propriamente dita, uma preponderância exagerada.

Eu poderia provar tal afirmação de vários modos. Vou-me limitar, à guisa de exemplo, a aproximá-la do assunto que recentemente ocupou todos os espíritos: o sufrágio universal.


Quem julgará?

Não importa o que pensem sobre o sufrágio universal os adeptos da Escola de Rousseau, a qual se diz muito avançada, mas que eu reputo atrasada vinte séculos. O sufrágio universal(tomando-se esta palavra em sua rigorosa acepção) não é um desses dogmas sagrados, a respeito dos quais qualquer exame ou dúvida são verdadeiros crimes.

Graves objeções podem, contudo, ser-lhe feitas. Primeiramente, a palavra universal esconde um grosseiro sofisma. Há, na França, trinta e seis milhões de habitantes. Para que o direito de sufrágio fosse universal, seria necessário que fosse reconhecido para trinta e seis milhões de eleitores. Em um sistema maior, só se reconhece (18) esse direito para nove milhões. Três pessoas entre quatro estão, pois, excluídas. E, ainda mais, elas o são por essa quarta. Emque princípio se fundamenta tal exclusão? No princípio da Incapacidade. Sufrágio Universal significa: sufrágio universal dos capazes. Restam estas perguntas de fato: quais são os capazes?A idade, o sexo, as condenações judiciais são os únicos sinais pelos quais se pode reconhecer a incapacidade? 


Razão para restringir o voto

Se se examina a questão de perto, percebe-se depressa o motivo pelo qual o direito de sufrágio repousa na presunção de capacidade e, a esse respeito, o sistema maior não difere do sistema menor, a não ser pela apreciação dos sinais pelos quais esta capacidade pode ser reconhecida, o que não constitui uma diferença de princípio, mas de grau.

Este motivo está no fato de que o eleitor, ao votar, não compromete só seu interesse mas o de todo mundo.

Se, como pretendem os republicanos de nossas atuais escolas de pensamento gregas eromanas, o direito de sufrágio chega com o nascimento de cada cidadão, seria uma injustiça para os adultos impedir as mulheres e as crianças de votarem. Por que então, são elas excluídas? Porque se presume que sejam incapazes. E por que a incapacidade é um motivo de exclusão?. Porque não é o eleitor sozinho que sofre as conseqüências de seu voto; porque cada voto engaja e afeta a comunidade por inteiro; porque a comunidade tem o direito de exigir algumas garantias para os atos dos quais dependem seu bem-estar e sua existência. (19)


A solução está em restringir a função da lei 

Sei o que deve ser respondido neste caso: sei também o que se pode objetar. Mas este não é o lugar para esgotar controvérsia de tal natureza. Gostaria apenas de observar aqui que esta mesma controvérsia sobre o sufrágio universal (tal como outras questões políticas) que agita,apaixona e perturba as nações, perderia toda a sua importância se a lei tivesse sempre sido o que ela deveria ser.

Com efeito, se a lei se restringisse exclusivamente à proteção das pessoas, de todas as liberdades e de todas as propriedades, se ela não fosse senão o obstáculo, o freio, o castigo de todas as opressões e espoliações, será que nós discutiríamos, entre cidadãos, a respeito do sufrágio mais ou menos universal? Será que se colocaria em discussão o maior dos bens, a paz pública? Será que as classes excluídas se recusariam a esperar, pacificamente, a sua vez devotar? Será que os que gozam do direito de voto não defenderiam, com ciúmes, este privilégio? E por acaso não está claro que, sendo idêntico e comum o interesse, uns agiriam sem causar grandes inconvenientes aos outros?


A idéia fatal de espoliação legal 

Mas, por outro lado, imagine-se que este princípio funesto venha a ser introduzido e que, a pretexto de organização, de regulamentação, de proteção, de encorajamento, a lei possa tirar de uns para dar a outros: a lei possa lançar mão da riqueza adquirida por todas as classes paraaumentar a de algumas classes — tais como a dos agricultores, dos manufaturadores, dosnegociantes, dos (20) armadores, dos artistas, dos atores. Em tais circunstâncias, cada classeentão aspiraria, e com razão, a lançar mão da lei. As classes excluídas reivindicariam furiosa-mente o direito ao voto e a elegibilidade. E arruinariam a sociedade, em vez de obter o pretendido. Até os mendigos e os vagabundos provariam por si próprios que possuem títulos incontestáveis. Eles diriam: "Não podemos comprar vinho, tabaco, sal, sem pagar imposto. E uma parte desse imposto é dada pela lei — sob a forma de privilégio e subvenção — a homens mais ricos do que nós. Outros usam a lei para aumentar o preço do pão, da carne, do ferro, das roupas. Já que cada um tira da lei o proveito que lhe convém, nós também queremos fazer o mesmo. Queremos da lei o direito à assistência, que é parte da espoliação do pobre. Para tanto, énecessário que sejamos eleitores e legisladores, a fim de que possamos organizar a Esmola emgrande escala para a nossa própria classe, como vocês fizeram para a sua classe. Não venham nos dizer, a nós mendigos, que vocês agiram por nós, que nos darão, segundo a proposta do Sr. Mimerel, 600.000 francos para que fiquemos calados, como se nos estivessem atirando um osso para roer. Temos outras pretensões e, de qualquer forma, queremos estipular, barganhar para nós mesmos, da mesma maneira que as outras classes o fizeram!"

E o que se pode dizer para responder a tal argumento?


A perversão da lei causa conflito 

Enquanto se admitiu que a lei possa ser desviada de seu propósito, que ela pode violar osdireitos de propriedade em vez de garanti-los, então qualquer pessoa quererá participar fazendo leis, seja para proteger-se a si próprio contra a espoliação, seja para espoliar os outros.(21) As questões políticas serão sempre prejudiciais, dominadoras e absorverão tudo. Haverá luta às portas da Assembléia Legislativa e também luta, não menos violenta, no seu interior. Para convencer-se disso, basta olhar o que se passa nas Câmaras Legislativas da França e da Inglaterra. Seria suficiente saber como o assunto é tratado. Há necessidade de se provar que estaodiosa perversão da lei é fonte perpétua de ódio e de discórdia, podendo até chegar à destruição da ordem social?

(...)

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A Solução Para A Crise


O que é a crise financeira global? 

O acúmulo de capital é a única maneira de crescer uma economia, é a própria definição do crescimento economico. Porém, existe uma maneira de aparentar crescimento econômico sem cria-lo, que vai pelo nome de "bolha". 

Imagine que você é um agricultor e tem um pomar. Uma árvore depois de plantada começa a dar um pouco de fruto, depois passa a dar mais fruto, depois começa a dar menos fruto até que a sua vida útil termine. Então para manter o seu pomar você precisa estar sempre renovando o seu capital (as árvores, as sementes e o solo). Mas digamos que você morra e seu filho, que não entende isso, herde o pomar. Ao invés de plantar novas árvores para substituir as velhas, ele não faz nada mais do que colher o fruto. Sem ter que gastar dinheiro no plantio, ele começa a pensar "Nossa, eu sou demais! Estou ganhando mais dinheiro que meu pai! Vou ficar rico!" e sai para gastar sua nova riqueza na cidade. O supermercado ganha mais frutas mais baratas, fazendo com que as pessoas tenham um dinheirinho a mais para gastar em outras coisas. Um empreendedor abre uma fábrica de televisões e começa a vende-las. Por alguns anos, todas acreditam estar vivendo em um boom econômico, um milagre de crescimento. 

Até que chega um ano em que o seu pomar começa a produzir menos frutas. Você fica com menos dinheiro para gastar na cidade. As pessoas que se acostumaram a gastar pouco da sua renda em frutas, começam a ter que gastar mais com o aumento do preço, não podendo comprar televisões. A fabrica fecha e os empregados são demitidos. Essa é a "crise", o estouro da bolha. Eventualmente sua fazenda para de produzir e você é forçado a vender suas terras a especuladores por preço de banana. Todos acreditavam que estavam ficando mais ricos, mas a verdade é que estavam ficando mais pobres, aumentando o consumo com base na ilusão de prosperidade. Importante: o dano na economia é feito durante os anos de "prosperidade" da bolha, não quando a bolha estoura. Tentar evitar o estouro da bolha é loucura, e só pode ser feito criando-se outra bolha em seu lugar.

Esse é o principio de uma bolha econômica. É claro que uma economia moderna é mais sofisticada. Você pode pegar dinheiro emprestado usando sua fazenda como colateral, depois o banco vender a hipoteca na bolsa, etc, etc, etc. Em principio, uma bolha economica é um fenômeno natural, produto da falibilidade humana. Nós as vezes fazemos investimentos ruins, é um fato da vida. Porém, existe como o governo incentivar a formação de bolhas através da intervenção em certos setores, como o de crédito. Quando o governo diz aos bancos "vocês precisam emprestar dinheiro para esse tipo de atividade", está praticando o socialismo por outros meios, e todos sabemos o desastre que é o socialismo em termos de produção de riqueza. Já é dificil para um homem de negócios investir bem, imagine a dificuldade de um burocrata investir bem.

Hoje o Brasil tem uma dívida pública de mais de um trilhão de reais. Os juros dessa dívida exigem o pagamento anual de mais de 150 bilhões de reais. Ao contrário do que muitos (como o Banco Central) dizem, isso é sim um gigantesco problema, uma barreira ao crescimento economico. Ao invés de uma pessoa investir em uma fábrica, ou em uma loja, ou em uma fazenda, ou em si mesmo, com todos os seus riscos, compra um título da dívida do governo. As necessidades de crédito do Estado sugam muito do capital disponível, oferecendo juros altos o suficiente para investidores comprarem títulos da dívida pública, ao invés de emprestar para uma empresa. Hoje no Brasil só realmente compensa emprestar dinheiro se for para o governo, ou para o consumidor particular. Nenhum dos dois investe o dinheiro de maneira produtiva.

O governo deveria cortar os gastos públicos de maneira severa (sem tocar na arrecadação) e usar os recursos no pagamento da dívida. Com isso, e sem práticas inflacionárias, os juros dos titulos do governo despencariam, ficando muito mais facil pagar a dívida em si. Seria perfeitamente possível acabar com a dívida pública em menos de uma década, período no qual, os outros fatores sendo iguais, haveria grande crescimento econômico. Entenda, quando o governo paga a dívida, está literalmente investindo na economia, devolvendo o capital que usou anteriormente ao setor produtivo para ser utilizado nele. O emprego aumentaria, dando trabalho aos que tivessem que ser demitidos durante o período de corte de gastos, a renda aumentaria dando mais oportunidade de estudo e saúde para a população, a arrecadação aumentaria possibilitando o corte de impostos e o pagamento mais rapido ainda da dívida.

Se eu pudesse convencer o governo federal a fazer uma única coisa para lidar com essa crise, sem nem tocar na questão da reforma tributária, de melhorias legislativas, acordos comerciais ou qualquer outra coisa, seria isso. Paga a dívida, o ideal seria a criação de uma emenda constitucional proibindo o governo de pegar dinheiro emprestado.

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A Vida de Uma Criança É Sagrada, Ponto Final



Você diz que é seu costume queimar viúvas. Muito bem. Nós também temos um costume: quando homens queimam uma mulher viva, nós amarramos uma corda em seus pescoços e nós enforcamos eles. Construa sua pilha funerária; ao lado dela, meus carpenteiros irão construir uma forca. Você pode seguir seu costume. E então, nós seguiremos o nosso. - General Napier 

Esse é meu julgamento. Toda tribo que pratique esse crime tem que ser invadida, e todos que colaboraram nele crucificados no meio da aldeia. Um posto policial deve então ser construido para garantir a paz. Mas as forças da barbárie, da selvageria não estão contidas nas selvas da amazônia. Elas caminham confiantes na capital dessa república.




"Não eles não são heróis, eles são fanáticos. O problema deles é que eles colocam a palavra do Senhor acima de tudo. Mas qual senhor? Que senhor? O senhor deles? O governo acha que eles não estão agindo corretamente. A lei não está a favor deles. Eles não estão agindo conforme a lei."

Este senhor (entre muitos outros) também, é digno da crucificação pública. A única diferença é que a aldeia no centro da qual isso deve ser feito, é uma grande cidade. Quantas pessoas estão na cadeia, cujos crimes não chegam sequer a estar na mesma ordem de magnitude?


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Fugitivo de Campo de Prisão Norte Coreano Conta Sua Horrivel História



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Alan Keyes Sobre A Crise de Confiança Americana





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Professor Plinio Sobre a Opinião Pública Brasileira em 1988



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Menina Escolhe Morrer, Adultos Aplaudem


Se você tem assistido TV, com certeza viu a notícia da menina de 13 anos no Reino Unido que recusou um transplante de coração. Eu vou deixar claro que, se existem outras pessoas que querem e precisam desse coração, eu estou disposto a deixar ela morrer, e eu imagino que esse seja o caso, apesar de não ter certeza. Os artigos que lidam com esse caso são bastante vagos. A questão é, se só é possivel tratar um paciente, o que quer viver tem prioridade sobre o que não quer, mesmo que o segundo seja uma menininha de 13 anos. Obviamente, eu também não posso julgar a situação médica dela para dizer se o transplante é realmente o melhor tratamento, tenho que confiar no pouco que foi noticiado como correto.

O que me deixa doente é ver tantos adultos que celebram esse caso. Que celebram a "coragem" dessa menina. Que falam sobre a "naturalidade da morte" e coisas desse tipo. É ver os pais dessa menina dizerem "Bem, se ela quer morrer, tudo bem com a gente"...  o primeiro dever dos pais é proteger a vida de seus filhos, e aqueles que não aceitam esse dever, ou são incapazes de cumpri-lo, não são o tipo de pessoa que deveria possuir a guarda de menores. A paternidade é afinal de contas, uma questão puramente biológica. O que distingue um pai de uma criança de um terceiro, é seu papel como guardião dessa criança. Lembre-se sempre disso, se você não é um guardião, outra pessoa pode ser, e você não tem nenhum direito de reclamar. Seus filhos não pertencem a você em nenhum estágio da vida, nem antes de nascer, nem na terceira idade. E também não pertencem ao estado britânico.

Primeiro veio o aborto, que hoje é tão comum que poucos se importam, e esses são taxados de "ignorantes", "intolerantes" ou coisa pior. Nesse campo, o Brasil é um país muito mais civilizado que os Estados Unidos, onde 1 milhão de bebês são abortados todos os anos e o direito ao aborto é defendido como sacrosanto por grande parte da população. Mas a campanha para expandir o aborto e demonizar aqueles que se opôem a ele avança a cada dia, tanto aqui quanto no resto do mundo. Depois veio o infanticidio de bebês já fora do útero, apoiado pelo santo Obama. Uma prática que se esperaria de uma nação comunista como a China, mas não de uma nação cristã. E claro, a pesquisa com "células tronco embrionárias", codinome para a matança premeditada em massa e completamente injustificavel, tanto do ponto de vista ético quanto científico, de embriões humanos. 

Hoje crianças recebem a permissão para morrer e tem gente que aplaude.

O ataque contra a santidade da vida humana não para. E amanhã, o que virá? Será que ninguém compreende que a escolha pela vida é a base da ética?


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Liquidando a Base de Oposição na Venezuela



(...)

"Se permitirem que a oligarquia volte ao governo (de Carabobo), vou acabar mandando os tanques da brigada blindada para defender o governo revolucionário e para defender o povo ", afirmou Chávez ao lado do candidato oficial do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) em um comício nesse estado.

Em 25 de outubro Chávez já havia dito que consideraria preparar um "plano militar" contra o líder opositor e atual governador do estado de Zulia (noroeste), Manuel Rosales, se este e seus partidários ganhassem o governo e as prefeituras da eleição de 23 de novembro.

"Trata-se do futuro da pátria. Em 23 de novembre está em jogo o futuro da revolução, o futuro do socialismo, o futuro da Venezuela, o futuro do governo revolucionário, e também o futuro de Hugo Chávez. Está em jogo tudo isso ", afirmou.

(...)

Não basta ele controlar 99% do país, tem que ser 100%.


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Construindo a Base de Poder da Revolução Obamista


Obama já anúnciou em seu site de transição que vai violar a constituição americana, especificamente a emenda que proibiu a escravidão.

"A Administração Obama irá chamar os americanos a servir para enfrentar os desafios da nação. Presidente-Eleito Obama irá expandir programas de serviço nacionais como AmeriCorps e Peace Corps e irá criar uma nova Classroom Corps para ajudar a professores em escolas mal servidas, além de uma nova Health Corps, Clean Energy Corps, e Veterans Corps. Obama irá chamar os cidadãos de todas as idades para servir a América, desenvolvendo um plano para exigir 50 horas de serviço comunitário durante o Middle School (quinta a oitava série) e High School (ensino médio), e 100 horas de serviço comunitário por cada ano de faculdade. Obama irá encorajar americanos se aposentando a servir melhorando programas disponíveis para indivíduos acima da idade de 55, enquanto ao mesmo tempo promovendo programas para jovens como Youth Build e Head Start."

Nada disso é novidade, durante sua campanha ele prometeu criar uma "força de segurança nacional civil que é tão forte, tão poderosa e tão bem financiada quanto o exército". Tenha certeza absoluta que todas essas entidades estarão fazendo o possível para indoutrinar a nova Juventude Obamista, pelo bem da revolução.

Enquanto os conservadores americanos celebram a vitória Obama como uma chance de voltar ao verdadeiro conservadorismo e expulsar os moderados do Partido Republicano, com esperança de reconquistar o congresso em dois anos e paralizar a revolução Obama, o novo Presidente-Eleito está pronto para cimentar seu poder o mais rápido possível para garantir que sua revolução não seja interrompida.

Quanto tempo até que isso vire moda e seja implementado no Brasil?


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